Quem somos

Hi!

Olá, somos professores de inglês.

Ensinamos inglês como língua estrangeira ou como sua segunda língua (ESL/EFL/ELL/EAP), atuando em cursos especializados, escolas regulares e disciplinas acadêmicas. Nossa experiência docente abrange cursos para crianças (inglês como língua estrangeira – EFL), adolescentes (ensino fundamental) e adultos (ensino médio, universitário e educação para adultos).

Mantemos, portanto, contato com vários métodos e abordagens sobre ensino e aquisição da língua inglesa. Nossa experiência internacional inclui cursos de especialização pela International House Teacher Training de Londres, além de diversos certificados tais como o CEELT (Cambridge Examinations in English for Language Teachers). Somos graduados em inglês e possuimos mestrado e doutorado em linguística.

Sou licenciado em inglês e bacharel em linguística (2005). Obtive o título de mestre em linguística teórica em 2010. Em 2014, obtive o título de doutor em linguística aplicada. Essa trajetória acadêmica foi realizada na Universidade Federal de Minas Gerais. Além do ensino de inglês, interesso-me pela aplicação de tecnologias digitais e on-line no ensino e aprendizagem desse idioma. Por isso mesmo, utilizo recursos on-line para enriquecer minhas aulas presenciais. A modalidade de ensino a distância veio para ficar, mas há muito ainda que se fazer, estudar e aprimorar para que ela se torne um meio tão eficaz e vantajoso quanto a modalidade de aulas presenciais.

A seguir, links para meus trabalhos relacionados ao ensino de inglês e à pesquisa.


LIMA, Luciano Alves. Tutoria automatizada em ambiente de ensino virtual.

Palavras chave: ensino on-line, tutoria automatizada, agentes conversacionais, Sistemas Adaptativos Complexos.

Editora: Novas Edições Acadêmicas.

Número de páginas:136 Publicado em:2016-03-08

No Amazon site em: http://amzn.to/1qEJs26

Website: https://www.nea-edicoes.com


LIMA, Luciano Alves. Anáforas nominais por sinonímia e por associação no PB: um estudo de leitura auto-cadenciada da correferência. 2010. 78 f. Dissertação (Mestrado) – Faculdade de Letras, UFMG, Belo Horizonte, 2010.

Currículo na plataforma Lattes do CNPq:
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4551240Y5

Falante nativo?

– É melhor ou mais fácil aprender inglês com um falante nativo?
A resposta simples é ‘depende’. Isto é, dependerá da capacidade, da experiência e eficiencia que ele tem em ensinar. Justamente por isso, poderíamos igualmente responder com um sonoro ‘não’. Afinal, um falante não-nativo de inglês pode falar e usar a língua fluentemente tão bem quanto um nativo.
Isto é, para ensinar um idioma (estrangeiro ou não) a outra(s) pessoa(s) torna-se fundamental o preparo e a competência do mestre. Podemos, ainda, acrescentar os seguintes pontos:
Falantes não-nativos costumam falar o idioma inglês, tanto pela sua dedicação/formação quanto pelos estudos, mais articuladamente, com velocidade adequada ao contexto. É comum falantes nativos atropelarem a própria língua ao falarem rápido demais, balbuciando pronúncias que tornam dificil o entendimento até para outros nativos. 
♦ Soma-se a esse ‘balbuciamento’ de termos, os usos de diversões linguísticas que tiram o foco do tópico conversacional. O falante não-nativo procura ser mais claro e objetivo, obervando mais os aspectos de coesão e coerência linguísticas.
♦ Outro fato importante é o número de falantes não-nativos: o inglês é a língua franca do mundo moderno e, portanto, as chances de conversas e comunicações dentro desse grupo se tornam mais frequentes em todos os contextos. Há mais de 50 países que usam a língua inglesa nativamente! Um bom professor de inglês (e seus alunos) deve, minimante, estar cientes dessas possíbilidades de sotaques e de culturas diversas.
♦ Empatia: falantes não-nativos tendem a trazer contextos culturais comuns aos alunos, além de entenderem melhor situações e peculiaridades de comunicação que eles têm.
♦ Dito isso, claro que pode haver muito ganho com um falante nativo, também. A sua fluência natural acrescida de figuras de linguagem, gírias e outras colocações enriquecem nosso domínio e capacidade de expressão. Contudo, não é raro que falantes nativos cometam mais erros gramaticais do que os falantes não-nativos de inglês.
Então, a pergunta-chave aqui é: qual o preparo e a capacidade do seu professor em ensinar a língua inglesa?