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Voos em risco devido ao baixo domínio da língua inglesa

Relatório da aviação civil britânica: o mal domínio da língua inglesa tem colocado em risco inúmeros voos. Em diversos momentos dos procedimentos, pilotos estrangeiros e até nativos da língua inglesa demonstram falta de domínio linguístico ao cometerem erros de uso e de entendimento dessa língua franca da aviação.

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Dicas TopSkills para quem quer realmente dominar a língua inglesa:

1)       Fuja dos métodos que prometem aprendizagem rápida, sem dedicação constante e que beiram ‘mágica’. O aprendizado de uma segunda língua, assim como o aprendizado de um instrumento musical, requer muita prática, não se engane.

2)      Comunique-se e não apenas entenda conteúdos e responda questões pré-estabelecidas e artificiais.  Isto é, pratique o idioma com alguém que seja capaz de argumentar e discutir um assunto do momento com você enquanto lhe explica o uso da língua.

4)      Aprenda inglês com um profissional habilitado para ensinar o idioma.

Perguntas que lhe ajudarão a decidir que tipo de aula será melhor para você:

– Seu curso ou professor prometem Inglês em 3 meses? Em 1 ano?  Quanto tempo você acha que precisa para dominar bem a língua para seu uso REAL em uma variedade de contextos que você quer/precisa (viagens, trabalho, estudo)?

– Aplicativos, conteúdos online ou aquele aparato ‘bacaninha’ são apresentados como soluções fáceis ou definitivas? Mas… esses recursos serão suficientes para que você se comunique com pessoas reais em um mundo real?

– É satisfatório para você apenas ouvir e repetir falas já pré-estabelecidas do seu professor ou daquela gravação em áudio/vídeo? Afinal, até papagaio sabe repetir frases, não é mesmo?

– Você prefere aprender com alguém que apenas ‘saiba’ falar inglês ou com um professor com formação específica, experiência e domínio linguístico comprovados para lhe guiar, explicar e praticar o idioma alvo?

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E você? Vai falar inglês em 2016?

No Brasil,  o mercado de ensino de idiomas estrangeiros, em geral, é feito de promessas de aprendizagem e de domínio da língua estrangeira de uma forma fácil e rápida, quase beirando a soluções mágicas. Notadamente, o mercado de cursos de inglês é dominado por esse tipo de marketing, que pode ser visto como uma piada (de mau gosto!). Milhares, e muito provavelmente milhões de brasileiros, de todas as idades e por razões diversas, acabam caindo na desilusão de falar um idioma estrangeiro sem dedicação e sem uma prática contínua. Essa frustação deve-se, em muitos casos, as promessas de se aprender ou dominar o idioma inglês ao estilo ‘fast food’.

A verdade é que são necessários muito empenho e dedicação por qualquer pessoa que realmente queira usar um idioma estrangeiro como sua segunda língua de comunicação. Essas condições independem do método, do professor ou do material e meios utilizados. Não há ‘atalhos’ para você aprender e falar qualquer idioma fluentemente.

Mesmo assim, e como se esse marketing enganador já não fosse danoso o suficiente, predomina, no Brasil, a ideia que o ensino de inglês pode ser feito pelo estudante de qualquer área, pelo turista que ‘passou um tempo lá fora’ ou, simplesmente por qualquer um que se julgue capaz de ensinar o idioma estrangeiro. Consequência? Mais desilusão e mais frustração das inúmeras pessoas que caem nas… ‘mãos’ desses ‘instrutores’.

E o engano não para por aí! ‘Aprenda com um nativo’. Você já deve ter ouvido esse apelo, não é mesmo? A ideia desse tipo de propaganda é que você aprende mais e melhor com um falante nativo do idioma alvo. No entanto, basta você responder a uma simples pergunta para saber a verdade:

– ser um nativo desse ou daquele idioma é suficiente para saber ensiná-lo com eficiência e eficácia? Ou,

– o fato de você se comunicar fluentemente em português o torna capaz de ensinar esse idioma para qualquer pessoa que precisar, incluindo aí qualquer estrangeiro?

– Of course not! Claro que não!

Recentemente, as conclusões de duas pesquisas desenvolvidas pelo linguista britânico David Graddol, 56 anos, a pedido do British Council, uma associação sem fins lucrativos do governo do Reino Unido e voltada para questões de ensino de inglês, revelou que não adianta ser nativo. Tem que ser qualificado para ensinar o idioma!

Em uma entrevista feita pelo portal O globo, o pesquisador Graddol afirma que os ‘Melhores professores de inglês não são britânicos nem americanos’.

Ao contrário do senso comum, o melhor professor de idiomas não é o nativo, mas aquele que fala também a mesma língua do aluno. A vantagem desse profissional está na capacidade de interpretar significados no idioma do próprio estudante. Com a hegemonia ameaçada no caso do inglês, professores americanos e britânicos devem reavaliar a maneira como ensinam o idioma.

David Graddol  também enfatiza a importância da formação, do domínio e da experiência do profissional:

Também é preciso ser altamente capacitado e ter um ótimo domínio do idioma, claro.

Para ver a entrevista completa, clique aqui.

Essa, então, é a minha dica para aqueles que procuram cursos de inglês ou professores particulares de idiomas. Em 2016, busque por profissionais realmente especializados, dedicados e bem preparados para lhe ajudar nessa grande missão que é falar um novo idioma!

 

Programa Jovens Embaixadores | Missão Diplomática dos Estados Unidos Brasil

O governo americano oferece este programa para jovens brasileiros que estudam na rede pública. Os candidatos selecionados, com idade entre 15 e 18 (completados até 31 de janeiro de 2016), irão estudar nos EUA, com tudo pago durante 3 semanas. Além dos estudos, eles promovem várias atividades, incluindo visita à Casa Branca. As inscrições vão até o dia 9 de agosto.

Of course, um dos requisitos é ter fluência em inglês. Veja mais detalhes em:

http://portuguese.brazil.usembassy.gov/pt/enroll.html

Atenção: esse programa é anual e há outros tipos de programas, também.

Mais uma dica TopSkills – cursos de inglês.

via Programa Jovens Embaixadores | Missão Diplomática dos Estados Unidos Brasil.