This Mechanic Will Fix Anyone’s Car For Free

For the last 15 years (Nos últimos 15 anos), ex-air force mechanic David McCoy has been fixing people’s cars (vem consertando carros) for free.

 

David and his team of over 40 Car Car volunteers provide (dão) free repairs two days out of the month (dois dias do mês) in the Atlanta, Georgia area.

In 2016 alone (Em 2016 apenas), the team donated $68,000 worth of labor (em mão de obra) and parts (peças) to anyone in need of automotive care (reparos). Car Care receives most of its funding  (apoio financeiro) for these operations through financial contributions from the McEachern Memorial United Methodist Church.

David has only one requirement (apenas uma condição) for receiving these repairs (ganhar o reparos): “Do you need it? If so, you qualify.” (Você precisa mesmo? Então, você se qualifica”.)

• Assista o vídeo:

•  Aprenda mais partes do carro: http://www.jetec-autoparts.com

•  Quer aprender mais ainda? Ensino e aprendizagem de inglês

Fonte: http://www.goodnewsnetwork.org/mechanic-will-fix-anyones-car-free/

Voos em risco devido ao baixo domínio da língua inglesa

Relatório da aviação civil britânica: o mal domínio da língua inglesa tem colocado em risco inúmeros voos. Em diversos momentos dos procedimentos, pilotos estrangeiros e até nativos da língua inglesa demonstram falta de domínio linguístico ao cometerem erros de uso e de entendimento dessa língua franca da aviação.

Leia mais em https://www.ft.com/content/c4012d50-186b-11e7-a53d-df09f373be87

Dicas TopSkills para quem quer realmente dominar a língua inglesa:

1)       Fuja dos métodos que prometem aprendizagem rápida, sem dedicação constante e que beiram ‘mágica’. O aprendizado de uma segunda língua, assim como o aprendizado de um instrumento musical, requer muita prática, não se engane.

2)      Comunique-se e não apenas entenda conteúdos e responda questões pré-estabelecidas e artificiais.  Isto é, pratique o idioma com alguém que seja capaz de argumentar e discutir um assunto do momento com você enquanto lhe explica o uso da língua.

4)      Aprenda inglês com um profissional habilitado para ensinar o idioma.

Perguntas que lhe ajudarão a decidir que tipo de aula será melhor para você:

– Seu curso ou professor prometem Inglês em 3 meses? Em 1 ano?  Quanto tempo você acha que precisa para dominar bem a língua para seu uso REAL em uma variedade de contextos que você quer/precisa (viagens, trabalho, estudo)?

– Aplicativos, conteúdos online ou aquele aparato ‘bacaninha’ são apresentados como soluções fáceis ou definitivas? Mas… esses recursos serão suficientes para que você se comunique com pessoas reais em um mundo real?

– É satisfatório para você apenas ouvir e repetir falas já pré-estabelecidas do seu professor ou daquela gravação em áudio/vídeo? Afinal, até papagaio sabe repetir frases, não é mesmo?

– Você prefere aprender com alguém que apenas ‘saiba’ falar inglês ou com um professor com formação específica, experiência e domínio linguístico comprovados para lhe guiar, explicar e praticar o idioma alvo?

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Medo de viver offline

Mais um novo termo na língua inglesa:
FOLO noun [U] UK ˈfəʊ.ləʊ US ˈfoʊ.loʊ abreviação de “fear of living offline”: o sentimento que algumas pessoas têm de ter que postar fotos atraentes nas redes sociais para tornar (ou tentar tornar) suas vidas mais interessantes.
This year however it’s all about FOLO (fear of living offline) which is the need for us to digitally validate anything we do (likes, shares and comments) otherwise it feels like it never took place.

Pesquisas x pesquisas

Luciano Lima – TopSkills.com.br

Ninguém questionaria a importância de se fazer pesquisas em qualquer área do conhecimento. Por outro lado, deveríamos questionar o que é  considerado pesquisa para as diversas áreas da ciência. Nos estudos sobre aquisição e aprendizagem de línguas há, por exemplo, inúmeras pesquisas que não atenderiam critérios mínimos para serem consideradas uma abordagem científica. Um bom exemplo é o emprego da teoria da complexidade aplicada à linguística. Nesse caso, a teoria foi transformada em um simples esquema metafórico para fazer descrições ‘holísticas’ sobre como seria o ‘processo’ de aquisição de um segundo idioma.

Essa constatação está bem explica no artigo de Kevin R. Gregg, entitulado Shallow draughts: Larsen-Freeman and Cameron on complexity. Nele, o autor mostra, com riqueza de detalhes e argumentos, o disparate com que foi proposto o emprego da teoria da complexidade como base teórica para se investigar a questão da aquisição de um segundo idioma. O autor chega a afirmar que é um desserviço a forma como as autoras  Larsen-Freeman and Cameron tratam essa teoria.

Curiosamente, e por força de se fazer parte de um grupo à época do meu doutorado, eu acabei por adotar* essa perspectiva teórica ao investigar o efeito da inclusão de chatterbots em ambientes virtuais de ensino a distância. Apesar de já à época eu ter observado a vagueza e falta de rigor na forma como o emprego desse paradigma ao estudo de ensino e aprendizagem de um segundo idioma era feito, hoje, dou minha mão à MISTAKEpalmatória por ter embarcado nessa canoa furada. Não obstante, insisti, já na redação de minha tese, em trazer um pouco de referências e de condições de pesquisa de outros autores e de outras áreas que se apresentavam bem coerentes (mais convincentes!) do ponto de vista do método científico. Propus e realizei uma coleta significativa de dados, acompanhada de um tratamento estatístico. Isso propiciou o emprego de um método investigativo confiável e com validação (análise quantitativa).

Contudo, o que se vê na prática de certos grupos da linguística é a insistência em se perpetuar por uma linha de descrições metafóricas que desprezam condições básicas da própria teoria da complexidade.  Por exemplo: para justificar seu emprego nos estudos sobre aquisição de um segundo idioma, modelos matemáticos e critérios de reducionismo do objeto pesquisado são simplesmente ignorados. O resultado dessa abordagem acaba sendo ‘conclusões’ do tipo `bigger than the world`. Não há, como consequência (ou inconsequência?),  nenhuma proposta real de avanço sobre qualquer item (métodos, didática, técnicas de ensino etc.) acerca da aquisição e do ensino de um segundo idioma.

O que se constata é tanto a simplificação das condições da teoria quanto da aquisição de uma segunda língua humana a simples esquemas metafóricos.  Nesse tipo de abordagem ‘complexa’ (e deturpada!) não é necessário sequer fazer qualquer investigação ou análise dos diversos níveis e eventos linguísticos (gramática, pragmática, fonética/fonologia, interlíngua etc.). Basta, a partir da adoção de um método qualitativo qualquer, considerar que toda língua(gem) humana é um ‘sistema’ e, portanto, seus ‘agentes’, ‘espaços’ e ‘estados’ são ‘dinâmicos’ e ’emergentes’ fazendo ‘esse sistema’ se ‘manter’ ou se ‘adaptar’, parando ou não em algum ‘vale’ por aí (!).

Os ‘dados’ para se chegar a esse conjunto de termos metafóricos genéricos são obtidos, usualmente, a partir da fala ou da coleta de depoimentos de alunos e professores (desde meia dúzia ou menos de sujeitos até algumas dezenas de declarações ‘espontâneas’). Isto é, não é necessário o levantamento de dados quantitativos (estatisticamente validados) muito menos robustos (minuciosos), de fato. Pior ainda, nesse tipo de pesquisa, qualquer meia dúzia de declarações é chamada de ‘corpus’ (!).

Por tudo isso, questionamentos como esses feitos por GREGG (2010) são de extrema importância para uma área do conhecimento que está abarrotada de pesquisas, artigos e livros (i.e coletânea de artigos) desprovidos de maiores rigores acadêmicos-científicos. Pesquisas essas que poderiam pertencer à áreas tais como análise do discurso, jornalismo ou mesmo filosofia, mas jamais incluídas na área de linguística.

Isto é, diante do status quo de várias pesquisas na área de letras no Brasil, fica evidenciada a importância da realização de mais revisões e de mais análises críticas realmente sérias. Torna-se primordial uma separação entre linguística e demais áreas da letras e artes. Procedimentos assim trariam avanços reais aos estudos linguísticos ao mesmo tempo que evitariam desperdícios de tempo e de dinheiro dos pagadores de impostos – os verdadeiros financiadores de um sistema estatal de educação e de pesquisas que carecem de estudos e de projetos realmente eficazes e consequentes.

* É notório, em certos meios acadêmicos brasileiros, condições de pesquisa bastante questionáveis: há, por exemplo, ‘instruções’ para que o aluno-pesquisador faça mais referências a pesquisadores brasileiros em preterimento a outros. Isso contraria frontalmente uma das condições para avanço na pesquisa: a busca e o emprego de referências e estudos mais robustas, ricas e coerentes (i.e. evidências), independentemente de serem desse ou daquele grupo nacional. 

Referências

Desafios da pesquisa no Brasil: uma contribuição ao debate. São Paulo Perspec.,  São Paulo ,  v. 16, n. 4, p. 15-23, Oct.  2002 .   Available from <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-88392002000400004&lng=en&nrm=iso>. access on  15  Feb.  2016.  http://dx.doi.org/10.1590/S0102-88392002000400004.

Gregg, Kevin R.  – Shallow draughts: Larsen-Freeman and Cameron on complexity, Second Language Research October 2010 26: 549-56.

Jordan, Geoff – Larsen Freeman’s IATEFL 2016 Plenary: Shifting metaphors from computer input to ecological affordances – publicado 19/04/2016. Disponível em https://criticalelt.wordpress.com/2016/04/19/larsen-freemans-iatefl-2016-plenary-shifting-metaphors-from-computer-input-to-ecological-affordances/

Machado, Rosana Pinheiro – Precisamos falar sobre a vaidade na vida acadêmica por  — publicado 24/02/2016 03h37, última modificação 24/02/2016 12h17. Disponível em http://www.cartacapital.com.br/sociedade/precisamos-falar-sobre-a-vaidade-na-vida-academica

Treinando sua pronúncia em inglês

É comum, para todos que falam a língua inglesa, ter dúvidas sobre pronúncias de termos, expressões e mesmo sentenças inteiras. E se pudêssemos consultar ao mesmo tempo não apenas um, mas diversos falantes em contextos diferentes sobre essas dúvidas? É isso que a ferramenta a seguir propõe: encontrar no Youtube trechos em que o termo ou expressão ocorrem. Dessa forma, você pode assistir e ouvir sua busca em diversos vídeos.

Outra grande vantagem dessa ferramenta é o fato dos videos exibirem trechos com pessoas dos mais variados locais e situações. Assim, temos uma amostra da língua inglesa nas mais diversas instâncias de ocorrências reais (não direcionadas ou adaptadas para um objetivo em específico).

Confira em:

youglish.com/